Nos dias atuais, está cada vez mais banal a prática do mal.
Qualquer motivo fútil é pretexto para matar-se alguém, tanto da parte dos "meliantes", quanto da parte dos agentes do Estado.
A diferença é que os bandidos assumem, com repugnante "coragem", as maldades praticadas, mas não ganham dos cofres públicos.
Do outro lado, com covardia não menos asquerosa, integrantes das polícias estaduais procuram eximir-se da responsabilidade por incontáveis atos de crueldade, enquanto recebem proventos dos cofres públicos.
Assim, vamos de mal a pior e, em pouco tempo, o conceito de "justiça" sofrerá significativas transformações.
Talvez voltemos aos tempos da justiça privada, já que o estado, além de não dar conta da sua obrigação de oferecer segurança à coletividade, ainda comete atrocidades incontáveis, contando com o beneplácito da maioria dos julgadores.
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