A música pode não ser lá essas coisas (aliás a escolha do repertório da filha da Elis é deplorável), mas a postura de palco da cantora está imperdível, para os que apreciam uma bela fêmea, é claro, porque tem que não goste.
Acho até que ela - induvidosamente talentosa - sabe da fraqueza das suas escolhas para compor o repertório e tenta compensar esbanjando feminilidade.
Sinceramente, ela não precisaria cantar. Bastaria o desfile.
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