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domingo, 31 de julho de 2011

DOCE ILUSÃO OU HIPOCRISIA DE DIRIGENTES LATINO-AMERICANOS?

Declaração no sentido de que "já não somos colônia de nenhum império", atribuída ao Presidente da Venezuela, revela enorme falta de caráter.

Com efeito, todos sabemos - e falar o contrário constitui puro cinismo -, que as antigas colônias de Portugal e da Espanha, sem exceção, continuam o quintal do Império  do Vaticano. Cada um de tais países é como uma galinha que alimenta de ovos fresquinhos a corja de Roma, diuturnamente.

A subserviência não cessou. 

Há pouco tempo, em meio à divulgação das notícias de que Chavez está com câncer, foram publicadas fotos daquele dirigente com uma cruz (símbolo da dominação cristã) na mão e outras em que aparece beijando a mão de um bispo, cardeal ou nojento parecido.

Dizem que o Lula não beijou a mão do Papa, na frente das câmeras; mas, em compensação, assinou uma imundície de "concordata" (tratado internacional) que equivale a uma lambida no saco, portando-se quase como um cachorro, que desejando demonstrar apreço exagerado por outro, da mesma laia, lambe-lhe o ânus.

Arrotar independência é pura falácia, que só engana ingênuos. 

Bando de hipócritas. 

Até o Fidel e seu irmão sempre mantiveram laços estreitos com a "Prostituta de Roma".

A par da submissão ao Império dos de sotaina, não se pode olvidar que há, também, o cabresto dos banqueiros a nos prostrar de joelhos, de forma ininterrupta e impiedosa, valendo-se da exploração direta ou de mecanismos tributários que fazem incluir na legislação, os quais são responsáveis por uma carga tributária que beira ao confisco e que é destinada à formação de excedentes destinados ao pagamentos incessantes de juros da dívida pública.


Escravos somos todos, queiramos ou não. Até quando não sei, mas, sinceramente, não tenho esperanças de que nos libertemos, efetivamente, tão cedo, se é que conseguiremos algum dia.

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Chávez no Bicentenário
"Já não somos colônia de império algum"

Félix López
UMA bela Caracas, um povo alegre e radiante, uns visitantes admirados e solidários, um Bolívar reivindicado pela História e um imenso comandante Chávez em seu retorno... serviram de contexto, no 5 de julho, à parada cívico-militar pelo bicentenário da independência da Venezuela e pelo dia da Força Armada Nacional Bolivariana.

Chávez conversa animadamente com os presidentes do Uruguai, José "Pepe" Mujica; da Bolívia, Evo Morales e do Paraguai, Fernando Lugo. Foto: Marcelo García
Chávez conversa animadamente com
 os presidentes do Uruguai,
José "Pepe" Mujica; da Bolívia,
 Evo Morales e do Paraguai,
 Fernando Lugo.
Foto: Marcelo García
Quando os aviões de combate sobrevoaram o largo dos Próceres, deixando trás si um rastro com as cores da bandeira, iniciou-se a comemoração esperada. Do Palácio Presidencial, escoltado pelos principais chefes militares de todos os componentes da FANB, o comandante Hugo Chávez, com sua marcialidade de eterno soldado, deu a licença para o início do desfile, com uma breve mensagem que o país viu e ouviu em cadeia nacional de rádio e televisão.
Empolgado, o presidente comemorou a chegada do "Dia da Pátria Grande, da Pátria Independente, do bicentenário". Cumprimentava assim ao "heroico povo venezuelano que estava lotando o largo dos Próceres e enchendo todos os espaços da Pátria venezuelana". E agradeceu a presença dos presidentes do Uruguai, José "Pepe" Mujica; da Bolívia, Evo Morales e do Paraguai, Fernando Lugo. Também, dos primeiros-ministros e chanceleres latino-americanos e caribenhos, e de maneira especial aos soldados de 21 países, entre eles um pelotão de cadetes cubanos, que participaram do desfile.
Suas palavras transmitiam a alegria de quem chega a tempo para cumprir seu dever: "Não tínhamos melhor maneira para comemorar, camaradas de armas, soldados e povo, este dia tão esperado, tão longamente esperado, que sendo independentes como somos de novo. Já não somos colônia de império algum nem seremos jamais".
E para não deixar nem a mais mínima dúvida de sua anunciada decisão de lutar, reiterou a seu povo: "Viveremos e venceremos. Este é o início do retorno, não só de Chávez, mas da Pátria plena, da independência plena, da Pátria perpétua, do povo de Bolívar. A construção do maior dos sonhos que nasceu sob este solo e sobre esta terra... Iniciamos mais uma longa marcha".
E para essa marcha também tinha umas ordens táticas que explicar: "Diria Bolívar: o corpo nacional num todo, o espírito nacional num todo, vencendo divisionismos, vencendo as conspirações, derrotando em mil batalhas aos que pretendem de dentro e fora enfraquecer, destruir a Pátria e sua independência. Devemos derrotá-los em paz, com alegria, com beleza, de maneira sublime, com esplendor... Faremos isso".
Em sua alocução, Chávez reverenciou, mais duma vez, o Libertador Simón Bolívar. Para despedir-se, tomou uma das frases dele, proferida em janeiro de 1830, na qual definia a Independência como a porta para reconquistar todos os demais bens para a Pátria e o povo: "Hoje digo isto em nome de Bolívar, essa Independência recuperada é a porta que devemos manter aberta para recuperar por anos e décadas todos os outros bens para o povo: a liberdade, a igualdade, a felicidade, viver vivendo, a boa vida, a Pátria humana, a Pátria plena".
E após suas palavras se desatou a grandeza da parada cívico-militar, a apoteose do povo e o pensamento unânime dos que decretaram para Chávez "a Missão Repouso"...
  
Fonte: GRANMA (Cuba)

4 comentários:

Anônimo disse...
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