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sábado, 12 de março de 2011

Evangélicos defendem ensino religioso e criticam 'ditadura do laicismo'







A Omebe (Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil) criticou o parecer do CME (Conselho Municipal de Educação) do Rio contra a implantação do ensino religioso nas escolas públicas.


No entendimento do Conselho, o esse tipo de ensino deve ficar fora do currículo escolar porque não se trata de uma “área de conhecimento específico”. 



O pastor Francisco Nery, coordenador do departamento de ensino religioso da Omebe, afirmou que decisões como a do conselho “privam o aluno da oportunidade de escolha e estabelece uma ditadura do laicismo”. 




O CME é constituído por doze conselheiros – seis do governo municipal e seis da sociedade civil. A aprovação do parecer foi por unanimidade. 




Para o Conselho, a Secretaria de Educação do Rio, antes de tomar uma decisão, deve aguardar o julgamento pelo STF (Supremo Tribunal Federal) de uma ação de inconstitucionalidade proposta pelo Ministério Público em relação o ensino religioso. O CEME é um órgão consultivo, mas normalmente seus pareceres são seguidos pela secretaria, ainda mais no caso deste, que foi unânime.




A reação da Igreja Católica ao parecer foi discreta (pelo menos até hoje), embora ela seja a maior beneficiária do ensino religioso no Brasil. A Arquidiocese do Rio afirmou que essa modalidade de ensino é um direito constitucional dos alunos que desejarem exercê-lo.



Dom Antônio Augusto Dias Duarte, bispo auxiliar da arquidiocese, disse que as escolas municipais do Rio precisam adotar o ensino religioso porque a religião, além de ser uma riqueza da cultura brasileira, proporciona ao indivíduo “uma dimensão social e pessoal”.

Fonte: PAULOPES WEBLOG

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