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sábado, 12 de março de 2011

Exibição com dinheiro público - Esquadrilha da Fumaça rasga o céu de Laguna


Se esses moços querem mostrar suas habilidades, deveriam fazê-lo de forma útil e não por mero exibicionismo. O país não está rico a ponto de ficar queimando gasolina e desgastando equipamento caro à toa, durante mais de 40 minutos.  
Há ainda o risco de duas ou mais aeronaves se chocarem e caírem sobre áreas populosas, como já aconteceu em diversos lugares, inclusive em Florianópolis, quando, nos anos 60, houve um choque entre duas delas e a queda de uma sobre a praça situada nas imediações da Av. Trompowski.

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Esquadrilha da Fumaça rasga o céu de Laguna com manobras arriscadas nesta sexta-feira
Sete aeronaves deram show por mais de 40 minutos na primeira apresentação de 2011


Uma multidão se concentrou na tarde desta sexta-feira às margens da Lagoa Santo Antônio, em Laguna, no Sul de Santa Catarina, para observar a primeira exibição da Esquadrilha da Fumaça em 2011 no Brasil. Durante mais de 40 minutos as sete aeronaves fizeram manobras radicais que encantaram adultos e crianças.

O Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), nome oficial da esquadrilha da fumaça, partiu do aeroporto de Forquihinha e pouco depois das 17h chegou a Laguna, onde cerca de duas mil pessoas se concentravam nas imediações do Mercado Público. Sobre um trio-elétrico, o tenente Fabrício Pereira narrava as manobras da exibição de número 3.424 da história do esquadrão criado em 1952.

As acrobacias que mais chamaram a atenção do público foram aquelas em que as aeronaves pareciam entrar em rota de colisão. Quando cada uma delas saía para direções diferentes o público vibrava com a ousadia aos gritos e muitas palmas.

Pessoas, como o estudante Paulo Roberto Matos Filho, de 11 anos, empolgaram-se com a exibição. O menino chegou levar para casa um pequeno avião inflável para "entrar no clima" da esquadrilha da fumaça.

— Foi muito divertido ver os aviões voando daquele jeito perto da gente — diz o garoto.

Ao final da apresentação oficial, o público foi presenteado com um rasante de cada aeronave próximo das margens da lagoa. Foi nesse momento que se ouviu o ronco mais potente dos motores dos aviões que retornaram em seguida para o aeroporto de Forquilhinha.

Fonte: DC

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