O mentecapto MARCO MAIA não conhece a Constituição? Desconhecerá aquele jumento que o Brasil é um estado laico e osó rgãos públicos devem manter uma certa neutralidade em matéria de religião?
Um perfeito e acabado imbecil.
O idiota parece pensar que a Câmara dos Deputados é um templo do culto que ele professa (?) e não o local onde se reunem os representantes de todo o povo, religiosos ou não.
Um perfeito e acabado imbecil.
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Foi
bonita a cena. O deputado Marco Maia com o braço direito erguido para
frente, acompanhado por dezenas de colegas no mesmo gesto.
Não era uma saudação nazista.
Marco Maia, petista gaúcho, é metalúrgico. E amigo dos evangélicos. Ou seja: é da elite. A nova elite brasileira que se orgulha de seus credos. E faz do Estado a sua igreja.
Depois dos cultos evangélicos, o eleitor espera que os deputados abram as salas da Câmara para outras religiões, sessões de meditação transcendental, macumba e, por que não, um churrasquinho, que ninguém é de ferro.
A ascensão de Marco Maia vem calar os críticos de Dilma Rousseff. Aos que diziam que ela não faz nada de relevante desde sua eleição, aí está: conseguiu levar um Zé Ninguém ao primeiro plano da política brasileira. Trabalho pesado.
A Mãe do PAC é agora a Mãe do Marco, e o menino saiu a cara dela: já na estréia, propôs a construção de um prédio novinho para acomodar melhor a companheirada pendurada nos gabinetes. Um filho pródigo da aparelhagem.
O Brasil não tem mais nada a temer. Com tanta reza e mandinga em Brasília, o governo federal poderá enfim oficializar sua vagabundagem. Jesus resolve.
Se não resolver, é só chamar de volta o seu sucessor em São Bernardo do Campo.
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Não era uma saudação nazista.
Era um culto evangélico. Dentro da Câmara dos Deputados. Com a participação do presidente da instituição, recém-eleito.
Marco Maia, petista gaúcho, é metalúrgico. E amigo dos evangélicos. Ou seja: é da elite. A nova elite brasileira que se orgulha de seus credos. E faz do Estado a sua igreja.
Benedita da Silva também estava lá. Andava
meio sumida desde sua viagem à Argentina para um ato evangélico,
bancado pelo Ministério da Assistência Social. O contribuinte prefere
vê-la rezando na Câmara. Sai mais barato.
Foi bom o novo
presidente Marco Maia, temente a Dilma Rousseff, avalizar o culto
evangélico na Câmara dos Deputados. O governo já mostrou que não vai
mandar projetos importantes para o Congresso, então é hora mesmo de
arranjar atividades para ocupar aquele espaço ocioso.Depois dos cultos evangélicos, o eleitor espera que os deputados abram as salas da Câmara para outras religiões, sessões de meditação transcendental, macumba e, por que não, um churrasquinho, que ninguém é de ferro.
A ascensão de Marco Maia vem calar os críticos de Dilma Rousseff. Aos que diziam que ela não faz nada de relevante desde sua eleição, aí está: conseguiu levar um Zé Ninguém ao primeiro plano da política brasileira. Trabalho pesado.
A Mãe do PAC é agora a Mãe do Marco, e o menino saiu a cara dela: já na estréia, propôs a construção de um prédio novinho para acomodar melhor a companheirada pendurada nos gabinetes. Um filho pródigo da aparelhagem.
O Brasil não tem mais nada a temer. Com tanta reza e mandinga em Brasília, o governo federal poderá enfim oficializar sua vagabundagem. Jesus resolve.
Se não resolver, é só chamar de volta o seu sucessor em São Bernardo do Campo.
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Autor da crônica:Guilherme Fiuza
Guilherme
Fiuza é jornalista e autor de vários livros, entre eles “Meu Nome não é
Johnny”, adaptado para o cinema.
Fonte: http://colunas.epoca.globo.com
Fonte: http://colunas.epoca.globo.com
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