
O parlamento do Egito dominado pelos fundamentalistas islâmicos se prepara para introduzir uma lei que permite aos maridos manter relações sexuais até seis horas depois da morte de suas esposas. A controversia gerada por esta iniciativa põe em destaque as crescentes leis contra as mulheres ditadas a partir da chamada "Primavera Árabe". O Conselho Nacional da Mulher (CNM), que se opõe a esta iniciativa, sustenta que o projeto de lei "marginaliza o status das mulheres e afetará negativamente o desenvolvimento humano do país". A Dra. Mervat al Talawi, que encabeça o CNM, se dirigiu ao presidente da Assembléia do Povo, Dr. Saad al Katatni, contra esse projeto legislativo.
Fonte: RUA JUDAICA
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