Enquanto Portugal não afastar o jugo do Império Vaticano do seu cogote, nunca recuperará sua fama de país respeitado e progressista. O ranço católico é uma fonte de atraso para qualquer nação que almeje se projetar.
Lá, como aqui, urge reproclamar a República, ou, como diria um célebre revolucionário francês, "enforcar o último político corrupto nas tripas do último padre".
Como, nos tempos atuais, não é só a ICAR quem suga o povo, é preciso chutar o traseiro dos clérigos, pastores evangélicos e outros embusteiros, também.
Chega de canga, sendo óbvio que não me refiro ao jornalista que tem tal apelido, mas ao artefato de madeira usado sobre o pescoço dos bois, para mantê-los atrelados.
Liberdade já, devemos todos proclamar e praticar.
Gostem, ou não, o Papa e seus asseclas, só pode se considerar digno e gozar de respeito um país que valorize a laicidade, efetivamente.
O povo de Portugal já deu exemplos incontáveis de coragem e destemor: bem que poderia partir de lá mais um exemplo, desta feita de repúdio ao domínio dos homens de batina e outros tantos de paletó e gravata, os quais por lá já começam a se impor, igualmente.
Um povo que sonhe com a respeitabilidade não pode se portar como "rebanho", deste ou daquele credo, sujeitando-se a pastores.
Quebrem os cajados dos pastores nos lombos dos próprios e façam-se donos dos próprios destinos. Ou continuem o primo pobre da Europa, para o nosso desencanto, que descendemos das valorosas e gloriosas etnias lusas.
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Praia, tempestades e abelhas colaboram com abstenção em Portugal
Lá, como aqui, urge reproclamar a República, ou, como diria um célebre revolucionário francês, "enforcar o último político corrupto nas tripas do último padre".
Como, nos tempos atuais, não é só a ICAR quem suga o povo, é preciso chutar o traseiro dos clérigos, pastores evangélicos e outros embusteiros, também.
Chega de canga, sendo óbvio que não me refiro ao jornalista que tem tal apelido, mas ao artefato de madeira usado sobre o pescoço dos bois, para mantê-los atrelados.
Liberdade já, devemos todos proclamar e praticar.
Gostem, ou não, o Papa e seus asseclas, só pode se considerar digno e gozar de respeito um país que valorize a laicidade, efetivamente.
O povo de Portugal já deu exemplos incontáveis de coragem e destemor: bem que poderia partir de lá mais um exemplo, desta feita de repúdio ao domínio dos homens de batina e outros tantos de paletó e gravata, os quais por lá já começam a se impor, igualmente.
Um povo que sonhe com a respeitabilidade não pode se portar como "rebanho", deste ou daquele credo, sujeitando-se a pastores.
Quebrem os cajados dos pastores nos lombos dos próprios e façam-se donos dos próprios destinos. Ou continuem o primo pobre da Europa, para o nosso desencanto, que descendemos das valorosas e gloriosas etnias lusas.
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Praia, tempestades e abelhas colaboram com abstenção em Portugal
Os líderes políticos incentivaram os portugueses a votarem neste domingo para escolher um Governo que salve a nação da crise, mas mesmo assim muitos não foram às urnas e optaram pela praia enquanto outros não foram devido a protestos, abelhas e tempestades.
Em uma jornada tranquila, mas com uma participação inferior em relação as eleições legislativas de 2009, o chefe de Estado, o conservador Aníbal Cavaco Silva, foi o primeiro a alertar do perigo de um dia caloroso e ensolarado para o exercício civil.
O presidente confessou seu temor que com o sol forte que fazia em Lisboa surgisse "a tentação de ir à praia e deixar os outros votarem".
Apesar de, como os demais líderes portugueses, lembrou a grave situação econômica que sofre Portugal, obrigado a solicitar em abril um resgate financeiro a Bruxelas, Cavaco não conseguiu mobilizar o suficiente os cidadãos.
Após oito das 12 horas de votação, 41,98% dos eleitores contra o 43,3% foram às urnas em comparação com as eleições anteriores, cuja abstenção final foi de 40,3%.
Enquanto isso, as praias dos arredores de Lisboa estavam lotadas enquanto muitos colégios eleitorais da capital nem sequer formavam filas.
Mas em outras zonas do país, as pessoas não foram à praia e enfrentaram o mau tempo que impediu muitos portugueses de comparecerem às urnas.
Em uma jornada com chuvas e tempestades anunciadas no final da tarde na maioria dos distritos portugueses, houve quem deixou o voto para o último momento e não pôde chegar às urnas por culpa das enchentes, como no caso de muitos cidadãos de Beja.
Por outro lado nos municípios de Tondela, Alijó e Castro Daire foram os próprios cidadãos que impediram a votação em sinal de protesto.
Indignados pela falta de médicos na região, o fechamento de uma escola e a demora das obras da estrada principal, os descontentes decidiram impedir a entrada aos colégios eleitorais e puseram cadeados em suas portas que obrigaram a Guarda Nacional Republicana a intervir.
Em Cabril, o boicote foi mais efetivo, ao infestar o colégio eleitoral de abelhas que tornaram a votação impossível sem o traje protetor dos apicultores.
Fonte: TERRA
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