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Reimont quer abrir os hospitais para a diversidade religiosa |
Líderes evangélicos estão criticando o projeto porque entendem que ele visa restringir a sua atuação.
Atualmente no Rio — como em outras regiões do país — a assistência espiritual é dada por evangélicos e católicos, na maioria dos casos.
Pelo projeto 1252/2011, cada hospital terá um comitê com representantes dos diversos credos para elaborar uma agenda de visitação aos pacientes.
O projeto proíbe que o religioso tente mudar a crença de quem estiver hospitalizado ou “retirar, transferir ou substituir objetos dos pacientes”. O artigo 29 diz: "É vedada a emissão de opinião vinculada ao credo religioso, valendo-se da condição de voluntário do serviço de assistência religiosa".
A vereadora evangélica Márcia Teixeira (PR) afirmou que o projeto é inconstitucional porque fere a liberdade de crença. Em nota, disse: “Regulamentar a prestação de assistência espiritual e religiosa hospitalar trará consequências sem precedentes à liberdade de culto já conquistada e, na forma como proposta, tende a engessar a manifestação da crença.”
Reimont discorda. Para ele, o projeto é constitucional justamente porque prevê tratamento igualitário a todas religiões
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