Acho a tentativa da mídia pró-judeus de uniformizar a opinião do público algo grotesco e inadmissível. Os judeus, que sempre primaram pela defesa da liberdade, quando adotam posturas como a noticiada abaixo - de repressão à liberdade de expressão - colocam-se na contramão.
Sinceramente, embora não saiba até onde vai a empatia do diretor com Hitler, defendo que ele tem todo o direito de expressar o que pensa.
Afinal, a pugna por liberdade de expressão, da parte dos judeus que são donos dos meios de comunicação tradicionais, é velha e persistente e não podemos ter a veleidade de somente nós podermos desfrutar de tal direito.
Deixem o homem expressar o que pensa (mesmo que sejam inaceitáveis seus conceitos) e rebatam as idéias dele eventualmente prejudiciais aos interesses da humanidade.
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Diretor disse que 'compreende' Adolf Hitler.
Festival divulgou nota em que 'condena' a declaração.
Lars von Trier (Foto: Reuters)O cineasta dinamarquês Lars von Trier foi declarado persona non grata pelo Festival de Cannes, após dizer na quarta-feira (18) que sentia "empatia" por Hitler. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (19) pela direção do festival, que, no entanto, manterá "Melancolia" na competição.
Conhecido pelo gosto por polêmicas, Von Trier pediu desculpas horas após a entrevista coletiva, na qual se referiu a Israel como "um pé no saco" e afirmou "compreender" Hitler.
Após uma reunião de urgência convocada para discutir a polêmica, a direção do festival francês divulgou uma nota, na qual "condena nos mais firmes termos essas afirmações e declara Lars von Trier 'persona non grata' no Festival de Cannes, a partir deste momento".
Fonte: G1
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