Mantega evita falar sobre dívida da Receita com bancos
O
ministro da Fazenda, Guido Mantega, evitou comentar o pedido do
presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo
Portugal, feito nesta terça-feira (10/4), para que a Receita Federal
pague uma dívida de aproximadamente R$ 300 milhões que o Fisco tem com o
setor, devido à prestação de serviços. “Eu pensei que eles viessem
trazer R$ 300 milhões”, disse o ministro, demonstrando bom humor, ao
chegar ao Ministério da Fazenda, em Brasília, vindo de São Paulo.
De acordo com Portugal, além da dívida de R$ 300 milhões, contraída no ano passado, foram discutidas, com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, mudanças na operação de arrecadação de impostos, incluindo o estabelecimento de taxas mais baratas.
O tema do spread bancário — diferença entre o custo do dinheiro que os bancos captam dos investidores e as taxas aplicadas nas operações de crédito oferecido aos clientes — foi discutido à tarde, com o secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira.
Seguindo o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal anunciou, na semana passada, que irá reduzir as taxas de juros cobradas dos clientes nas operações de crédito. Assim, a Caixa também passa a reforçar a política do governo de pressionar o sistema financeiro para que reduza o spread bancário. Com informações da Agência Brasil.
De acordo com Portugal, além da dívida de R$ 300 milhões, contraída no ano passado, foram discutidas, com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, mudanças na operação de arrecadação de impostos, incluindo o estabelecimento de taxas mais baratas.
O tema do spread bancário — diferença entre o custo do dinheiro que os bancos captam dos investidores e as taxas aplicadas nas operações de crédito oferecido aos clientes — foi discutido à tarde, com o secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira.
Seguindo o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal anunciou, na semana passada, que irá reduzir as taxas de juros cobradas dos clientes nas operações de crédito. Assim, a Caixa também passa a reforçar a política do governo de pressionar o sistema financeiro para que reduza o spread bancário. Com informações da Agência Brasil.
Revista Consultor Jurídico, 10 de abril de 2012
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