AMB sai em defesa dos magistrados
Entidade afirma que defende prerrogativas contra punições “antecipadas”
A
Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) não aguardou o fim do
recesso dos tribunais superiores para recorrer ao Supremo Tribunal
Federal e ao Conselho Nacional de Justiça na defesa de juízes e
desembargadores atingidos por decisões do órgão de controle externo do
Judiciário e do Superior Tribunal de Justiça. Nos dois casos, o novo
presidente da AMB, Henrique Nelson Calandra, afirma que a entidade
defende prerrogativas e garantias de magistrados que estariam sendo
punidos “antecipadamente”.
Tanto a reclamação feita ao CNJ, em
defesa de uma juíza de Belém do Pará – que decretou o bloqueio de nada
mais nada menos de R$ 2,3 bilhões do Banco do Brasil – como o habeas
corpus em favor da presidente do Tribunal de Justiça de Tocantins –
afastada por seis meses do cargo, e proibida de ingressar “em qualquer
dependência judiciária do estado” – correm em segredo de justiça.
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