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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Lobby católico usa Senado para lançar livro do acordo com Santa Sé

O Brasil, historicamente, capitula diante das exigências do Vaticano, o que envergonha aqueles que possuem alguma noção de soberania.
Em se tratando do asqueroso Sarney, bem como dos Gandra, tudo pode ser esperado.
Felizmente, ainda temos gente do quilate da Dra. Débora Diniz, nas hostes do Ministério Público Federal.

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Sarney disse que acordo evidencia um "laicismo positivo"
O jurista Ives Gandra Filho, que é lobista da Igreja Católica, e o bispo Lorenzo Baldisseri usaram o salão nobre do Senado para lançar na quinta-feira (9) o livro “Acordo Brasil-Santa Sé Comentado”, organizado pelos dois.

Trata-se do acordo assinado em 2008 no Brasil pelo papa Bento 16 e o então presidente Luís Inácio Lula da Silva que, na avaliação do MPF (Ministério Público Federal), é inconstitucional porque oficializa a hegemonia do catolicismo no ensino religioso nas escolas públicas.

Em agosto de 2010, o MPF enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) em contestação ao acordo bilateral. Não há previsão sobre a data de julgamento do mérito dessa Adin.

José Sarney, o presidente do Senado, disse que era uma “honra” para aquela casa participar do lançamento do livro. Para ele, o acordo evidencia um “laicismo positivo”.

Além de Sarney, estiveram presidente na cerimônia o ministro Gilmar Mendes (do STF), o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e dom José Freire Falcão, arcebispo-emérito de Brasília.

Dom Baldisseri disse que o livro se destina a advogados, estudantes e profissionais da área das relações internacionais.

Na avaliação de Debora Diniz, professora da Universidade de Brasília e pesquisadora do Instituto de Biotécnica, Direitos Humanos e Gênero, o acordo tem de ser cancelado porque mira não só o ensino religioso, o que já seria demais,  mas também “a formação básica comum da sociedade brasileira”.

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