Num chocante aproveitamento da tragédia que abalou a cidade de Tucson, Arizona (EUA), uma seita religiosa tenciona perturbar, no sábado, o funeral de Christina Green, a menina de 9 anos que foi uma das seis vítimas mortais do ataque contra a congressista Gabrielle Giffords.
A
Igreja Baptista de Westboro, sediada no Kansas, quer aproveitar a
presença da imprensa para fazer eco das suas ideias extremistas,
incluindo a denúncia do aborto, da homossexualidade e de outros grupos
religiosos. "Deus odeia os católicos", pode ler-se num cartaz colocado
na internet a convocar o protesto. Christina – nascida a 11 de Setembro
de 2001 – era católica.
O Congresso do Arizona reuniu--se de
urgência para aprovar uma lei impedindo os manifestantes de se
aproximarem do local onde decorrerá o funeral, e os moradores
mobilizaram-se para construir ‘asas de anjo’ para tapar o cortejo
fúnebre.
Fontes não oficiais avançaram entretanto que o assassino
de Tucson, Jared Lee Loughner, foi interpelado pela polícia horas antes
de cometer o massacre, por ter passado o sinal vermelho de um semáforo.
Loughner foi multado, interrogado e deixado em liberdade.
Fonte: CORREIO DA MANHÃ (Portugal)
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