Dossiês
Os ciganos, nação pária da Europa
On Presseurop
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10 novembro 2010 Adevarul Bucarest
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13 outubro 2010 Evenimentul Zilei Bucarest
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10 setembro 2010 Revista 22 Bucareste
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06 setembro 2010 The Independent Londres
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06 setembro 2010 Tygodnik Powszechny Cracóvia
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06 setembro 2010 Presseurop
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26 agosto 2010 Presseurop
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26 agosto 2010 Sega Sófia
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19 agosto 2010 Le Monde Paris
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13 agosto 2010 Le Monde Paris
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04 agosto 2010 Adevarul Bucarest
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29 julho 2010 Der Freitag Berlim
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28 julho 2010 La Croix Paris
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06 julho 2010 Politiken Copenhaga
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05 maio 2010 SME Bratislava
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07 abril 2010 Adevarul Bucarest
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10 dezembro 2009 Irish Examiner Cork
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27 outubro 2009 Heti Világgazdaság Budapeste
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26 agosto 2009 Hospodářské noviny Praga
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18 agosto 2009 Frankfurter Allgemeine Zeitung Frankfurt
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14 agosto 2009 Lidové noviny Praga
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10 agosto 2009 Financial Times Londres
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04 agosto 2009 Mladá Fronta DNES Praga
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21 julho 2009 România liberă Bucareste
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15 junho 2009 Respekt PragueFonte: http://www.presseurop.eu/pt/content/topic/320661
Como vivem os ciganos, no país onde o seu número é maior?
Para saber isso, um jornalista do Adevărul fez-se passar por cigano. Não
sentiu discriminação mas uma espécie de desprezo generalizado.
Claro que a França tem razão em expulsar do seu território
uma população fraca. Mas a comunidade cigana tem de largar o
miserabilismo que a torna vulnerável na Roménia e no resto da UE,
adianta um escritor romeno.
Enquanto os ministros do Interior de diferentes Estados da
UE se juntam, em Paris, para discutir a imigração, o ataque do
Presidente francês Nicolas Sarkozy a acampamentos ilegais de ciganos foi
criticado quer no país como no estrangeiro. Um colunista britânico sai
em sua defesa.
Marginalizados na maior parte dos países, expulsos de
França, os ciganos gozam de um refúgio de paz relativo no Sul de
Espanha. Os outros países podem aproveitar algumas das ideias, escreve o
semanário polaco Tygodnik Powszechny.
Por toda a Europa se segue, de perto, o repatriamento de
ciganos de França para a Roménia e a Bulgária, com um olhar cada vez
mais crítico.
O repatriamento "humanitário" de várias centenas de ciganos,
designadamente de França para a Roménia e a Bulgária, é cínico e
demagógico, considera o editorialista búlgaro Svetoslav Terziev. E,
sobretudo, não resolve o problema da sua integração.
A viragem de Nicolas Sarkozy em matéria de segurança coloca a
França entre os Estados membros que aplicam as políticas mais duras
relativamente à imigração. Outros países, como a Espanha e a Alemanha,
adotaram abordagens mais flexíveis.
Perante a falta de progressos na integração dos ciganos, os
países de acolhimento e os países de origem acusam-se mutuamente. E
Bruxelas impacienta-se porque os projetos que financia não avançam, ou
avançam lentamente.
Na sequência de alguns incidentes violentos, o Presidente
francês decidiu enfrentar os "problemas suscitados pelo comportamento de
alguns ciganos" e recomendar, designadamente, a expulsão daqueles que
forem estrangeiros. Em França como na Roménia, esta política controversa
faz recordar que estamos perante uma questão europeia.
No centro de uma série de "faits-divers", a situação dos
ciganos é tema de debate aceso na imprensa magiar. Isolar os jovens do
seu meio para que estes sejam bem sucedidos – é a ideia apresentada pelo
ensaísta Eszter Babarczy, no semanário HVG.
A polícia húngara nem sempre consegue controlar a violência
contra a etnia cigana que assola o país. Os inquéritos sobre as
ocorrências raramente são conclusivos apesar da cooperação com o FBI.
Uma história passada em Tatarszentgyörgy, uma pequena cidade no centro
da Hungria.
A crise económica não atinge todas as comunidades da mesma
forma. Os ciganos pagam uma factura mais peasada num momento em que se
acumulam sinais de histilidade e violência contra eles
Apaixonou-se por uma cigana e camponesa romena, e a sua vida
passou a assemelhar-se a uma novela do século XIX. Agora, o escritor e
jornalista britânico William Blacker passa metade do ano os ciganos
romenos, e divide a sua vida entre dois mundos.
Os extremistas de direita húngaros (na foto) obtiveram quase
15% dos votos e três lugares nas recentes eleições para o Parlamento
Europeu. A Jobbik (Aliança dos Jovens de Direita - Movimento para uma
Hungria melhor) tem assim apenas menos um lugar do que os socialistas,
no poder em Budapeste. Ora, durante a campanha eleitoral, a Jobbik
limitou-se a uma retórica anticigana agressiva e uma crítica contínua ao
Governo
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